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Maracaçumé: policial militar e mulher são condenados por estupro de vulneráveis


Maracaçumé: policial militar e mulher são condenados por estupro de vulneráveis

O policial militar Abraão Jorge Ferreira de Sousa, o “cabo Ferreira” como é conhecido, e a mulher dele, Luzanira Ferreira da Silva, foram condenados pelo juiz titular da 1ª Vara da Comarca do município de Maracaçumé (MA), Rômulo Lago, pela acusação de crime de estupro contra vulneráveis.

De acordo com a sentença, ele foi condenado há 33 anos e oito meses (Abraão) e Luzanira há 24 anos e dois meses. A pena deve ser cumprida em regime inicialmente fechado, na Penitenciária de Pedrinhas. O magistrado negou aos réus o direito de recorrer em liberdade.

Segundo a denúncia, durante aproximadamente dois anos, Abraão e Luzanira mantiveram relações sexuais com uma menor à época do início dos fatos com 11 anos.

Ainda segundo a denúncia, o casal se aproveitava do fato de ser próximo da família da vítima e de ter uma filha da mesma idade da menor para levar a garota para passar finais de semana com eles, o que era feito com a autorização dos pais da garota.

Na residência, depois que os filhos do casal dormiam, a vítima era levada para o quarto do casal, onde Luzanira a despia e a segurava para que o marido cometesse o estupro, após o que o casal fazia sexo na frente da vítima

Um exame de corpo delito realizado na vítima atestou que “paciente do sexo feminino, 13 anos, vítima de abuso sexual por aproximadamente dois anos”, encontra-se no 1º trimestre de gravidez.

Em outra ocasião, Luzanira teria convencido a mãe da vítima a deixar levar a outra filha, esse com 12 anos na época, e mais uma prima das garotas, passassem o final de semana na residência do casal. Após embriagarem as garotas, levaram a irmã da primeira vítima para o quarto, onde praticaram o estupro.

Em depoimento, a prima das menores abusadas confirmou as informações de que as três foram embriagadas e levadas para o quarto da filha dos réus, de onde a prima mais nova teria sido transportada para o quarto do casal e que ela não teria tido o mesmo destino porque os réus “sabiam do gênio” dela.

De acordo com o juiz, por ocasião da prisão o casal negou ter tido relações sexuais com a vítima. “Ocorre que a versão apresentada pelos réus não encontra respaldo nas demais provas produzidas”, diz o magistrado.

Segundo Rômulo, em depoimento a menor abusada durante dois anos “narrou o ocorrido em perfeita sintonia com as declarações anteriormente prestadas à autoridade policial”.

No depoimento, a menina afirmou que não contava a ninguém sobre o abuso porque o policial ameaçava fazer alguma coisa contra o pai da vítima e que só resolveu contar o ocorrido quando a irmã foi abusada pelo casal. A garota lamentou ainda não ter contado antes, “pois se contasse certamente teria evitado que o mesmo acontecesse com a irmã”, consta do termo de audiência.

O juiz destaca que Abraão “agiu com premeditação e frieza e que o crime foi cometido exclusivamente para satisfação da lascívia do réu, em continuidade delitiva (caso da menor abusada durante dois anos)”.

O magistrado ressalta ainda que o crime foi praticado na casa do agente, em companhia da mulher do réu, e “mediante grave ameaça e que as vítimas em nada influenciaram a prática do delito”.

Na sentença, o juiz determina que o Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão seja oficiado a fim de promover automaticamente a perda do cargo público de policial militar ocupado pelo acusado.

Imagem: Reprodução

Suspeito de matar policiais é morto em confronto com a PM em Bacabal


Suspeito de matar policiais é morto em confronto com a PM em Bacabal

Um dos suspeitos de matar os policiais militares John David Chapuí Araújo e José David Sousa Silva do Vale, no último sábado, foi morto durante um confronto com a polícia na manhã desta terça-feira (25), no município de Bacabal.

De acordo com a polícia, o homem foi identificado como João Vitor. Ele estava portando uma pistola ponto 40, ao ser abordado por policiais. Ele reagiu à ação e acabou sendo ferido. O criminoso chegou a ser levado para um hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

Entenda o caso

No último sábado (22) os policiais do Batalhão de Polícia de Choque morreram durante uma troca de tiros em uma casa localizada na estrada da Maioba, em Paço do Lumiar, região metropolitana de São Luís.

Eles não estavam em serviço e participavam de uma festa de confraternização. Segundo a polícia, o caso aconteceu após uma tentativa de roubo de uma motocicleta.

O suspeito foi atingido e morto pelo disparo de um dos policiais que estava armado e comparsas que aguardavam em um veículo estacionado do lado de fora da casa alvejaram os dois PMs, que morreram no local.