Grande Ilha registra diminuição de 25% nos casos de homicídios

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Grande Ilha registra diminuição de 25% nos casos de homicídios


Grande Ilha registra diminuição de 25% nos casos de homicídios

Um dos maiores desafios em segurança pública são os índices de violência, notadamente os chamados Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs). Medidas colocadas em prática pelo governo do Maranhão vêm contribuindo para a queda no número de casos na região metropolitana de São Luís. Comparando os índices registrados entre janeiro deste ano e o de 2015, especificamente sobre homicídios dolosos, houve diminuição de 25%.

Em 2015 os registros chegaram a 84 casos. Já este ano foram registradas 63 ocorrências.

A melhora nestes números faz parte de uma ampla política de governo, que prevê ações coordenadas, como ressaltou o governador Flávio Dino em discurso realizado nesta terça-feira (2), na Assembleia Legislativa. “Nós ultrapassamos a meta fixada pelo Ministério da Justiça, de uma redução em 5%. Em homicídios especificamente, a redução chegou a 12%”.

Na comparação dos números de homicídios registrados em 2015 e 2014, a queda foi de 7,8% – totalizaram 987 contra 910 casos, respectivamente, segundo dados da SSP-MA.

No grupamento geral dos CVLIs – Crimes Violentos Letais Intencionais, que incluem ainda latrocínios (roubo seguido de morte) e lesão corporal seguida de morte, também apresentou diminuição. Totalizaram 91 casos em janeiro do ano passado contra 66 este ano. Em separado, os latrocínios tiveram queda de 25% no período – três casos este ano contra quatro ano passado.

Já as lesões corporais caíram em 100% – três casos ano passado e nenhum registro em 2016. Os homicídios também estão inclusos nos CVLIs e são a referência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) para definir os índices de violência no país.

Dentre as medidas de curto prazo aplicadas à Segurança estão a entrega de novas, modernas e equipadas viaturas às polícias Civil e Militar, mês passado, além da inserção de 1500 novos policiais no sistema de segurança pública.

Com este incremento foi verificada acentuada queda nos casos de roubos gerais a residências e veículos, na última quinzena de janeiro. “Com as novas viaturas foram destacados mais policais para as ruas. Estes veículos estão atuando em posições estratégicas e aumentamos assim as ações ostensivas”, explica o delegado-geral, Lawrence Melo.

Outra operação de resultado apontada pelo delegado-geral é a Operação Embarcada, na qual policiais fardados embarcam nos coletivos, em pontos mapeados. Dessa forma, coíbem a ação de suspeitos.

Paralelamente, uma Força Tarefa estruturada há dois meses atua no combate aos roubos e furtos, somado ao aumento de policiais atendendo na Delegacia de Roubos e Furtos. No combate aos roubos a bancos, a SSP-MA iniciou um trabalho conjunto entre Polícia Militar e Civil, que desde a última segunda já monitora sete municípios – Pinheiro, Santa Inês, Imperatriz, Balsas, São João dos Patos, Presidente Dutra e Timon.

“Todo o melhoramento feito na corporação agrega benefícios para o efetivo, melhoras estruturais e a prestação de um trabalho de mais qualidade à população”, concluiu.

Informações SSP-MA

Ações de combate e prevenção de assaltos a bancos é intensificada


Ações de combate e prevenção de assaltos a bancos é intensificada

Quase 80 pessoas foram presas ano passado, como resultados de ações coordenadas pelo Departamento de Combate a Roubo às Instituições Financeiras, órgão da Superintendência Especial de Investigação Criminal (DCRIF/Seic).

Além das prisões, a Polícia Civil apreendeu 159 bananas de dinamite e outros explosivos que seriam utilizadas em ações criminosas, segundo o delegado Luís Jorge, titular do DCRIF.

“Executamos operações específicas contra assaltos a bancos e temos conseguido frustrar investidas desarticulando grandes quadrilhas”, explicou o delegado. Ao todo, foram realizadas 78 prisões, sendo 31 em flagrante e 10 por associação criminosa.

O delegado ressalta que o trabalho no combate a este crime foi intensificado e incluem também abordagens em pontos estratégicos, monitoramento de grupos e pessoas suspeitas e orientação na segurança das instituições bancárias.

Os explosivos estão na lista de material apreendido, e é uma das preocupações da polícia. Dos 14 casos registrados este mês, oito foram com uso deste tipo de material.

O armazenamento destes produtos sem a devida segurança tem facilitado o roubo pelas quadrilhas, o que potencializa a ação criminosa às agências, avalia o titular da DCRIF.

“É um material de grande poder de destruição e que tem caído em mãos erradas. O explosivo garante mais chances de ação aos criminosos. Os comerciantes devem estar atentos e colaborar com a polícia nesse sentido”, destaca Luís Jorge. Em reunião com representantes bancários, o delegado solicitou mais medidas de segurança nas agências e apresentou planejamento policial de combate aos casos.

Luís Jorge avaliou que grande parte destes estabelecimentos nos interiores não possui itens básicos de segurança como alarme, câmeras e portas giratórias. Há casos em que existem, mas não estão funcionando fazendo das agências alvos fáceis de criminosos. “Estes equipamentos dificultam a ação dos suspeitos, podendo até evitar ocorrências”, diz.

Entre as estratégias de ação da Polícia Civil está o monitoramento aos suspeitos e quadrilhas especializadas; abordagens a pontos específicos; e orientação a gerentes das instituições e comerciantes de material explosivo. As operações resultaram na prisão de chefes, desarticulação das organizações frustrando o crime e apreensões de armas e materiais.

2016

Ainda como resultado das operações da polícia, na primeira quinzena deste mês foram presas 15 pessoas suspeitas de integrar quadrilhas especializadas, sendo 10 prisões em flagrante –  duas confirmadas por associação criminosa.

A apreensão de pistolas, espingardas e submetralhadoras, esta última, arma de grosso calibre; a elaboração de cinco inquéritos policiais; e apreensão de sete veículos, incluindo um caminhão para carga pesada, se somam aos resultados alcançados nas ações da Polícia Civil contra este crime.